ITIL e COBIT em empresas médias: vale a pena implementar?

Pontos-chave Frameworks ITIL e COBIT podem melhorar operações e governança em empresas médias quando aplicados com foco e simplicidade ITIL ajuda a organizar processos do dia a dia de TI, como tratar incidentes e gerir ativos, evitando improvisos COBIT fortalece o controle e o alinhamento entre TI e estratégia do negócio, essencial para empresas em crescimento A chave do sucesso está em adaptar os frameworks à maturidade da empresa, sem criar burocracia desnecessária Resultados aparecem com clareza nos papéis, documentação adequada e indicadores para medir desempenho Implementando frameworks ITIL e COBIT para resultados em empresas médias O que são os frameworks ITIL e COBIT? ITIL é um conjunto de boas práticas para organizar e padronizar a gestão de serviços de TI, ou seja, como o time de tecnologia atende e resolve demandas do dia a dia, como problemas técnicos e mudanças. Já COBIT é um modelo focado em governança, que ajuda a garantir que a TI esteja alinhada com os objetivos estratégicos da empresa, além de controlar riscos e melhorar a gestão. Por que esses frameworks fazem sentido em empresas médias? Nessa fase, empresas estão crescendo, há mais processos e times precisam de organização. ITIL ajuda a reduzir improvisos, definindo processos para tratar incidentes (problemas a resolver), mudanças e controlar ativos (equipamentos e softwares). COBIT traz o reforço para que as decisões de TI estejam conectadas com o negócio, evitando desencontros que geram desperdício. Como garantir que a implantação não vire burocracia? O maior risco é aplicar ITIL e COBIT de forma rígida, copiando tudo que grandes empresas fazem, sem ajustar à realidade da empresa. Para evitar isso, é importante: Fazer uma análise da maturidade da empresa em gestão de TI Implantar os processos mais críticos primeiro, de forma enxuta Definir papéis claros, responsabilidades e processos simples Usar indicadores práticos para acompanhar resultados Revisar e ajustar conforme a evolução do negócio Quais benefícios reais aparecem ao aplicar ITIL e COBIT adequadamente? Quando bem implantados, esses frameworks ajudam a: Reduzir o tempo e o custo para resolver problemas técnicos Melhorar a comunicação entre TI e demais áreas da empresa Diminuir riscos de falhas graves e perda de dados Aumentar a transparência e o controle sobre gastos e investimentos em TI Apoiar a tomada de decisão baseada em dados, alinhando TI e estratégia Quando não vale a pena implementar ITIL e COBIT? Se a empresa não tem ainda processos básicos definidos ou equipe reduzida para executar as demandas do dia a dia, implementações complexas podem atrasar a operação e gerar custos sem retorno. Também é prejuízo copiar modelos apenas para cumprir formalidades, criando documentos e reuniões sem foco em resultado. Considerações finais Como adaptar ITIL e COBIT para o tamanho e maturidade da sua empresa? É totalmente possível e recomendável usar frameworks como ITIL e COBIT em empresas de médio porte, desde que o foco seja sempre simplificar e gerar resultados claros. A Gulp, por exemplo, já viu cases onde adaptar esses modelos com processos enxutos gerou mais produtividade e controle, sem burocracia. O segredo é começar pequeno, monitorar indicadores, garantir clareza nos papéis e investir em comunicação. Assim, o cenário ideal é uma operação organizada e alinhada, que cresce junto com o negócio. O maior risco é aplicar ITIL e COBIT de forma rígida, sem considerar a maturidade da empresa; o caminho é uma implantação enxuta, focando em processos críticos para garantir agilidade e foco. Perguntas Frequentes O que significa “framework” no contexto de TI? Framework é um conjunto organizado de práticas e processos que guiam como a TI deve ser gerida para atingir objetivos. Qual a diferença principal entre ITIL e COBIT? ITIL foca na gestão das operações diárias de TI, enquanto COBIT direciona a governança e o alinhamento de TI com o negócio. Preciso certificar minha empresa para usar ITIL ou COBIT? Não necessariamente. O essencial é adaptar as práticas ao seu negócio, não a certificação em si. Quais indicadores são recomendados para acompanhar ITIL e COBIT? Indicadores comuns incluem tempo médio para resolver incidentes, número de mudanças aprovadas e satisfação dos usuários. Como começar uma implementação enxuta dos frameworks? Mapeie processos críticos, defina prioridades, envolva os gestores e escolha práticas simples para aplicar primeiro. Para se aprofundar mais no assunto, acesse o artigo “Você conhece a maturidade da tecnologia da sua empresa?“, publicado no site GrantThornton.com.br.

Como estruturar governança de TI em empresas médias?

Pontos-chave Governança de TI organiza processos para garantir controle e eficiência na tecnologia da empresa. Processos essenciais como incidentes, mudanças, ativos, acesso e backup são pilares fundamentais. Ter responsáveis claros e SLAs internos ajuda a garantir prazos e qualidade no atendimento. Um comitê leve com gestão de riscos e indicadores facilita decisões ágeis e alinhadas aos negócios. Documentação e padrão de arquitetura evitam improvisos e aumentam a previsibilidade operacional. Estruturando a governança de TI em empresas médias O que são processos essenciais de TI e por que começar por eles? Processos essenciais de TI são atividades básicas que mantêm a infraestrutura e serviços funcionando bem. Eles incluem gestão de incidentes (resolução de problemas), mudanças (atualizações e melhorias), ativos (controle dos equipamentos e software), acesso (autorização de usuários) e backup (cópias de segurança). Focar nesses processos garante estabilidade e previne falhas graves. Como definir responsáveis e SLAs internos para esses processos? Responsáveis são os profissionais que gerenciam cada processo, garantindo que tarefas sejam cumpridas. SLAs (Acordos de Nível de Serviço) indicam prazos e padrões para atendimento, por exemplo, tempo máximo para resolver um incidente. Isso cria compromisso, melhora o controle e evita desencontros entre TI e área de negócios. Que benefícios traz a organização dos processos essenciais? Organizar processos cria rotina, facilita monitoramento e identificação rápida de problemas. Com tudo mapeado, é possível planejar melhor, reduzir retrabalho e melhorar a satisfação dos usuários internos da empresa. Segundo pesquisa do PMI, empresas com processos claros entregam projetos 28% mais rápido. Qual a função de um comitê leve de TI em empresas médias? Este grupo reúne poucas pessoas, geralmente líderes ou representantes das áreas: TI, operações e negócios. Seu papel é priorizar demandas, analisar riscos e alinhar iniciativas de tecnologia às metas da empresa, evitando decisões isoladas e improvisadas. Como garantir uma gestão de risco eficiente com indicadores simples? Gestão de risco significa identificar e minimizar ameaças à operação. Usar indicadores simples, como número de incidentes críticos ou tempo médio para responder a problemas, ajuda o comitê a monitorar a saúde da TI de forma prática e frequente, sem burocracia. Quais são os benefícios de um comitê leve em comparação a comitês tradicionais? Comitês leves se reúnem rapidamente, com agendas objetivas e decisões ágeis. Isso poupou tempo e recursos, além de permitir respostas mais rápidas a mudanças no ambiente de negócios. Em empresas médias, que precisam ser flexíveis, esse modelo favorece a inovação e redução de riscos. O que é padrão de arquitetura e por que ele importa? Padrão de arquitetura é uma forma organizada e padronizada de estruturar sistemas, aplicações e infraestrutura. Isso evita gambiarras e improvisos, possibilitando que qualquer técnico entenda a solução e trabalhe nela com mais eficiência. Como a documentação contribui para a previsibilidade na TI? Documentar processos, sistemas, políticas e configurações cria um “manual” que facilita treinamentos, manutenção e auditorias. Com tudo registrado, a equipe não depende do conhecimento informal de uma única pessoa, diminuindo riscos operacionais. Que resultados práticos uma empresa média pode esperar ao usar documentação e padrões? Menos erros, menos interrupções e maior agilidade para implementar novas soluções. Pesquisa da Gartner mostra que empresas com boa documentação reduzem falhas em TI em até 65%, economizando tempo e dinheiro. Considerações finais Qual o primeiro passo para começar a estruturar a governança de TI na sua empresa? Comece pelo mapeamento e formalização dos processos essenciais, definindo responsáveis e prazos claros. Depois, crie um comitê leve para priorizar e controlar riscos, sempre registrando documentos e padrões. Essa trilha simples gera maior controle, segurança e alinhamento com os objetivos do negócio. Perguntas Frequentes Qual a diferença entre governança de TI e gestão de TI? Governança de TI define as regras, prioridades e políticas para a TI, enquanto gestão de TI cuida da operação do dia a dia segundo essas diretrizes. Quais riscos a empresa corre se não tiver governança de TI? Sem governança, há mais chance de erros, falhas de segurança, gastos desnecessários e desalinhamento entre TI e necessidades do negócio. Como escolher membros para o comitê de TI? Escolha pessoas com conhecimento da operação, capacidade de decisão e que representem áreas distintas para garantir equilíbrio e agilidade. O que é SLA interno e por que é importante? SLA interno define prazos e qualidade para serviços prestados dentro da empresa, garantindo compromisso e melhor comunicação entre equipes. Para se aprofundar mais no assunto, acesse o artigo “Pesquisa do Gartner revela que 54% dos líderes de infraestrutura e operações estão adotando inteligência artificial para reduzir custos“, publicado no site ABES.

Empresas médias precisam de estratégia formal de cibersegurança?

Pontos-chave Empresas médias que operam sistemas críticos devem ter estratégia formal para garantir proteção eficaz. Uma estratégia formal define prioridades, controles mínimos e métricas para medir a segurança. Políticas operáveis e rotinas executadas evitam respostas apenas reativas a ataques. Sem estratégia formal, áreas da empresa podem ter segurança desigual e vulnerabilidades. Governança contínua é essencial para adaptar a segurança a novas ameaças e mudanças. Entendendo a necessidade de estratégia formal em empresas médias Por que empresas médias devem ter uma estratégia formal de cibersegurança? Empresas médias que lidam com sistemas críticos — aqueles fundamentais para seu funcionamento sem interrupções — e que armazenam dados sensíveis precisam proteger essas informações contra ataques. Uma estratégia formal organiza as ações para proteger dados, define como priorizar riscos e estabelece métodos para prevenir falhas antes que elas aconteçam. O que caracteriza uma estratégia formal e operável? Uma estratégia formal vai além de um documento. Ela deve ser operável, ou seja, traduzida em políticas claras e procedimentos aplicados diariamente. Por exemplo, ter uma política que exige atualizações regulares dos sistemas e rotinas de backup essenciais que a equipe realmente segue, não apenas recomendações no papel. Quais são os principais elementos de uma estratégia formal? Prioridades claras: identificar que dados e sistemas devem ser protegidos primeiro. Controles mínimos: práticas básicas de segurança, como usar senhas fortes e atualizações automáticas. Métricas: indicadores para medir a eficácia da proteção, como tempo médio para responder a incidentes. Resposta a incidentes: planos para agir rápido quando ocorrer um ataque. Governança: monitoramento constante para ajustar políticas e rotinas conforme o ambiente muda. Quais riscos uma empresa média corre sem uma estratégia formal? Sem um plano estruturado, a proteção fica fraca e desigual entre setores, permitindo que falhas de segurança aconteçam sem controle. Além disso, a empresa pode só agir após uma violação, o que aumenta prejuízos financeiros, perda de confiança e até cumprimento de multas por não proteger dados adequadamente. Como iniciar uma estratégia formal de cibersegurança? Comece avaliando quais sistemas e dados são críticos para o negócio. Defina prioridades e controles básicos para esses pontos, crie políticas claras e fácil de seguir, e treine a equipe para que execute as rotinas diariamente. Depois, monitore resultados com métricas simples e ajuste o plano regularmente para manter a resposta rápida a mudanças e ameaças. Considerações finais Como garantir que a estratégia de cibersegurança seja eficiente e constante? A chave é transformar a estratégia em rotina e cultura da empresa. Isso significa manter processos claros, mensurar resultados e revisar políticas com frequência para responder às ameaças de forma atualizada, garantindo que a segurança seja prática e eficaz todos os dias. Perguntas Frequentes Qual a diferença entre cibersegurança formal e informal? A cibersegurança formal tem políticas estruturadas e rotinas aplicadas, enquanto a informal é baseada em ações reativas e desorganizadas. Quando uma empresa média deve investir em resposta a incidentes? A resposta a incidentes deve fazer parte da estratégia desde o início, pois ataques são inevitáveis e o preparo reduz danos. Por que métricas são importantes em cibersegurança? Métricas medem a eficácia da segurança e ajudam a identificar onde melhorar, evitando surpresas. O que é governança em cibersegurança? Governança é o acompanhamento e ajuste contínuo das políticas e práticas de segurança para garantir proteção constante. Comece avaliando quais sistemas e dados são críticos para o negócio. Defina prioridades e controles básicos para esses pontos, crie políticas claras e fácil de seguir, e treine a equipe para que execute as rotinas diariamente. Esse planejamento inicial é fundamental para que a estratégia formal de cibersegurança seja implementada com eficácia. Além disso, implementar um programa de governança de segurança ajuda a monitorar constantemente o ambiente e ajustar as políticas conforme as ameaças evoluem, garantindo a proteção contínua dos ativos.

Empresas médias precisam de DRaaS? Entenda RTO, RPO e criticidade para decidir

Pontos-chave DRaaS é ideal quando não há segundo site e a retomada rápida é essencial. RTO define o tempo máximo para recuperar sistemas; RPO indica dados máximos perdidos. Para operações menos críticas, backup testado pode ser suficiente e mais econômico. Comparar custo do downtime e custo do DR ajuda a tomar decisões acertadas. Empresas médias devem avaliar sua criticidade antes de escolher entre DRaaS ou backup tradicional. Como entender se sua empresa média precisa de DRaaS? O que é DRaaS e por que sua empresa pode precisar? DRaaS, ou Recuperação de Desastres como Serviço, é uma solução que permite restaurar sistemas e dados rapidamente na nuvem ou servidor externo após uma falha grave. Para empresas médias que não possuem um segundo local com servidores prontos, o DRaaS oferece uma forma flexível e econômica de continuar funcionando sem precisar investir em infraestrutura dupla. Por que RTO e RPO são cruciais na decisão? RTO (Recovery Time Objective) é o tempo máximo que seu sistema pode ficar inoperante sem causar prejuízos graves. RPO (Recovery Point Objective) é quanto de dados, medido em tempo, você aceita perder antes do incidente. Se sua empresa exige RTO e RPO baixos — ou seja, recuperação rápida e com pouca perda de dados — o DRaaS é a solução mais eficaz. Quando o backup testado é suficiente para empresas médias? Para cargas de trabalho menos críticas, onde a interrupção não causa danos imediatos, backups regulares e testados podem ser o suficiente. Backup testado significa que a empresa confirma regularmente se consegue restaurar os dados, garantindo que eles estão seguros e acessíveis quando necessário, evitando surpresas em momentos críticos. Como comparar o custo do downtime versus o custo do DR operacional? Downtime é o tempo que a empresa fica parada, gerando perdas em vendas, produtividade e reputação. Para escolher a melhor solução, é importante fazer uma análise simples: qual o custo dessas perdas para sua empresa e qual o investimento para manter uma solução DR (disaster recovery, recuperação de desastres) ativa e testada, seja ela um DRaaS ou infraestrutura própria. Optar pelo DRaaS pode reduzir custos fixos e controlar melhor os riscos financeiros. Em quais casos DRaaS faz mais sentido para empresas médias? O DRaaS é mais indicado quando a empresa não tem um segundo site, precisa de retomada operacional rápida e quer custos previsíveis de recuperação. Por exemplo, empresas que dependem de sistemas críticos para vendas ou atendimento não podem ficar offline por horas a fio. Segundo estudos do IDC, o uso de DRaaS em médias empresas cresce pela flexibilidade e custo-benefício que oferece em comparação ao ambiente físico próprio. Considerações finais Como decidir entre DRaaS e backup testado para sua empresa? Avalie sua criticidade, ou seja, o impacto que uma parada no sistema pode causar. Defina seu RTO e RPO baseado nesse impacto e compare o custo do downtime com o custo do serviço de recuperação. Empresas médias que optam por DRaaS geralmente garantem retomada rápida, controle financeiro e redução de riscos, enquanto outras podem se beneficiar de backups confiáveis para cargas menos sensíveis. Perguntas Frequentes Qual a diferença entre DRaaS e backup tradicional? DRaaS permite recuperação rápida de toda a infraestrutura em ambiente externo, enquanto backup tradicional só guarda cópias dos dados para restauração manual. Como calcular RTO e RPO para minha empresa? Analise quanto tempo e dados sua operação suporta perder sem afetar clientes ou receita, definindo um limite para o tempo de recuperação e dados perdidos. É caro implementar DRaaS em empresas médias? O custo varia, mas para médias empresas é normalmente mais acessível que manter um segundo data center próprio, especialmente considerando o custo evitado do downtime. Por que é importante testar backups regularmente? Testar garante que os dados serão restaurados com sucesso em caso de falha, evitando surpresas e garantindo segurança para o negócio. O estudo foi divulgado no artigo “Tendências de TI para 2024 e 2025: As previsões da IDC“, publicado pela Gentrop.

IA mal orquestrada pode gerar novos riscos? Entenda quais e como evitar

Pontos-chave IA mal configurada amplia riscos de segurança, confiabilidade e custos operacionais. Agentes autônomos sem regras claras podem tomar decisões erradas ou acessar dados indevidos. Faltam limites e monitoramento para garantir o controle e previsibilidade da IA. Sem governança, IA pode operar fora de escopo e gerar gastos inesperados. Tratar IA como sistema crítico com controles prévios minimiza esses riscos. Por que IA mal orquestrada amplia riscos de segurança, confiabilidade e custos? O que significa IA mal orquestrada? Uma IA "mal orquestrada" é aquela que opera sem uma coordenação clara entre seus componentes, especialmente quando usa agentes autônomos — programas que tomam decisões e agem sozinhos. Sem regras, limites e monitoramento, ela pode agir fora do esperado, causando problemas. Quais riscos de segurança podem surgir? Sem governança clara, agentes autônomos podem acessar informações confidenciais sem autorização, executar tarefas fora do escopo planejado ou deixar ações sem registro. Isso aumenta a chance de falhas graves, incluindo violações de dados e atividades não auditáveis — que não são possíveis de verificar depois. Como a confiabilidade da IA é afetada? IA pode sofrer “alucinações operacionais”, que são respostas erradas ou falsas. Também podem ocorrer loops de decisão, onde o sistema fica repetindo ações sem sair do lugar, e comportamentos imprevisíveis. Isso acontece especialmente quando faltam limites e monitoramento da autonomia da IA. Por que os custos podem aumentar sem controle? Quando agentes chamam modelos e ferramentas repetidamente sem restrições, os gastos podem explodir. Execuções excessivas tornam a operação cara e difícil de prever, principalmente em empresas que usam IA em larga escala, e situações semelhantes são discutidas em riscos gerados por uma cloud mal gerenciada. Como a falta de previsibilidade operacional impacta? Sem limites claros de autonomia, observabilidade (capacidade de monitorar o sistema) e trilhas de auditoria (registros das ações), fica difícil saber o que a IA realmente fez. Isso reduz a confiança e prejudica a gestão, deixando a operação suscetível a erros e surpresas. A integração de camadas de segurança e controles rígidos, como abordado em TI na Indústria 4.0, é crucial para sistemas autônomos. Considerações finais Como implementar uma IA segura e confiável na sua empresa? Para evitar riscos graves em projetos de IA, é fundamental tratar agentes autônomos como sistemas críticos, desde o planejamento. Isso significa definir regras claras, monitorar ativamente e criar mecanismos de controle para custos, segurança e performance. A experiência da Gulp mostra que quem investe em governança robusta protege não só a operação, mas também o futuro do negócio. Perguntas Frequentes O que são agentes autônomos em IA? São programas de IA que tomam decisões e executam ações sozinhos, sem intervenção humana direta. Por que faltam limites na autonomia da IA pode ser um problema? Porque a IA pode tomar decisões fora do planejado, criar erros difíceis de detectar e aumentar custos inesperados. Como garantir que as ações da IA sejam auditáveis? Registrando todas as ações em logs estruturados que permitam rastrear cada decisão e operação da IA. O que são fallbacks determinísticos em IA? São planos alternativos que entram em ação automaticamente quando a IA apresenta falhas ou comportamentos inesperados. Como a governança de custos funciona em sistemas de IA? Ela envolve políticas e monitoramento para controlar o uso dos recursos, evitando gastos excessivos com chamadas e execuções da IA. Para se aprofundar mais no assunto, acesse o artigo “Cartilha IA Generativa 6 Governo Digital – Portal Gov.br“, publicado no site Governo Digital – Portal Gov.br.

Quando a Segurança da Informação se Torna Risco Financeiro Direto

Escudo digital protegendo fluxo financeiro contra ameaças cibernéticas, simbolizando mitigação de risco financeiro de segurança da informação.

Pontos-chave Falhas em segurança da informação podem interromper operações e causar perdas financeiras diretas. Dados sensíveis expostos resultam em multas, danos à reputação e queda nas vendas. Para empresas médias, o impacto financeiro dessas falhas compromete a saúde do negócio. A falta de proteção adequada pode levar a sanções legais e perder a confiança dos clientes. Empresas que investem em segurança da informação reduzem riscos e protegem seu patrimônio. O que significa “segurança da informação” e por que falhas dela impactam financeiramente? Segurança da informação é o conjunto de práticas para proteger dados e sistemas contra acessos não autorizados, perdas e danos. Quando essa proteção falha, podem ocorrer vazamentos de informações importantes, como dados pessoais de clientes ou registros financeiros. Para empresas médias, isso não é só um problema técnico, mas um risco financeiro direto, pois pode parar serviços essenciais, gerar multas por descumprimento de leis, além de prejudicar a reputação, afastando clientes e parceiros. Como falhas na segurança podem parar operações e gerar prejuízos? Imagine um ataque cibernético que bloqueia o acesso aos sistemas de vendas e estoque de uma empresa. Quando isso acontece, as operações param — as vendas não entram, os pedidos não são processados e fornecedores ficam sem resposta. Essa paralisação causa perda imediata de receita. Além disso, gastos extras aparecem para recuperação dos sistemas e medidas emergenciais. Segundo o relatório da IBM de 2023, o custo médio de um ataque cibernético para empresas médias chegou a R$ 3 milhões. Adotar uma infraestrutura híbrida para sistemas legados pode ser uma estratégia eficaz para garantir continuidade e reduzir falhas técnicas que geram riscos operacionais e financeiros. Quais são os impactos das multas por exposição de dados sensíveis? Leis brasileiras, como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), obrigam as empresas a protegerem dados pessoais. Vazamentos ou uso indevido desses dados podem levar a multas que chegam a até 2% do faturamento da empresa, limitadas a R$ 50 milhões por infração. Essas penalidades são um impacto financeiro direto e podem ser combinadas com ações judiciais e indenizações, o que eleva ainda mais o custo da falha de segurança. De que forma a reputação da empresa é afetada e isso gera impacto financeiro? Reputação é a confiança que clientes e o mercado têm em uma empresa. Quando um incidente de segurança acontece, essa confiança diminui rapidamente. Clientes desistem de comprar, parceiros comerciais evitam fazer negócios e a mídia pode divulgar o problema. Tudo isso reduz vendas e dificulta a conquista de novos clientes, comprometendo a receita futura. Um estudo da Gartner indica que 65% das empresas que sofreram ataques relevantes tiveram queda significativa no faturamento nos meses seguintes. Como as empresas médias podem se proteger para evitar riscos financeiros? Investir em segurança da informação é fundamental. Isso inclui a adoção de tecnologias de proteção, treinamento dos colaboradores para evitar erros comuns e a implementação de políticas e processos claros. Além disso, contar com consultorias especializadas e atualizadas, como as experiências práticas da Gulp, ajuda a identificar vulnerabilidades antes que causem dano. Assim, as empresas mantêm suas operações seguras, evitam multas e protegem sua reputação. Perguntas frequentes P: O que geralmente causa as falhas de segurança na informação? R: Muitas vezes, falhas acontecem por erros humanos como senhas fracas, também por ataques que exploram sistemas desatualizados ou mal configurados. P: Como saber se minha empresa está vulnerável a riscos financeiros pela segurança da informação? R: É importante realizar auditorias regulares, testes de invasão e monitorar acessos para identificar pontos fracos na proteção dos dados. P: Quais são os primeiros passos para reduzir o risco financeiro associado à segurança da informação? R: Adotar políticas de segurança claras, treinar colaboradores, investir em ferramentas de proteção e estabelecer um plano de resposta rápida para incidentes. Para se aprofundar mais no assunto, acesse o artigo “Relatório da IBM: Custo médio de uma violação de dados no Brasil atinge R$ 7,19 milhões”, publicado no site brasil.newsroom.ibm.com.