Backup exec ajuda você a cumprir sua janela de backup de forma robusta e abrangente

O Veritas Backup Exec oferece uma solução de proteção e recuperação de dados abrangente em um único produto, o que reduz a complexidade de lidar com o backup e a recuperação do patrimônio mais importante de sua empresa: seus dados. Além disso, oferece operações de backup robustas e escalonáveis, que incluem balanceamento de carga, catálogos distribuídos, controle da largura de banda, tolerância a falhas, e monitoração e criação de relatórios para diversos servidores de mídia do Backup Exec.
Conheça algumas razões que fazem do Veritas Backup Exec uma solução flexível e fácil de usar
Backup Exec é uma solução líder no quadrante mágico do Gartner em software de Backup/Recuperação O fluxo de dados não vai parar. Ele é implacável. Dispositivos móveis, sites de redes sociais, a nuvem e outras formas mais tradicionais de comunicação (como e-mail)
Backup e recuperação que superam as expectativas

Resumo Executivo: Veritas Backup Exec é uma solução de backup e recuperação desenhada para proteger servidores e simplificar a gestão de dados em cenários corporativos. Ao combinar tecnologia de imagem em disco, indexação e catalogação inteligentes e pontos de restauração flexíveis, o Veritas Backup Exec ajuda a cumprir janelas críticas de backup, reduzir tempo de recuperação e minimizar a complexidade operacional que costuma surgir quando backup e recuperação ficam “compartimentados”. Para líderes de TI, o valor está em previsibilidade: menos esforço para localizar e restaurar dados e mais confiança para manter a continuidade do negócio. Pontos-chave Janelas críticas: o Veritas Backup Exec ajuda a cumprir janelas de backup sem ampliar o impacto em produção. Recuperação: a abordagem por imagem em disco acelera restauração e oferece caminhos para recuperação granular. Eficiência: indexação e catalogação reduzem tempo para localizar dados específicos e evitam desperdício. Ambientes virtuais: proteção otimizada para VMware e Hyper-V melhora consistência e controle da rotina. Implantação segura: com desenho correto, o Veritas Backup Exec reduz complexidade e aumenta governança de dados. Veritas Backup Exec: cumprir janelas e recuperar com confiança Com o Backup Exec, você cumpre as janelas de backup críticas, excede as expectativas de recuperação, otimiza seu armazenamento existente e elimina a complexidade do backup e recuperação compartimentados. Em termos B2B, isso significa reduzir riscos operacionais que surgem quando a empresa cresce e os dados passam a ser parte do “fluxo de caixa” do negócio. Quando a rotina de backup é previsível, você protege continuidade, evita paradas longas e reduz o custo invisível do retrabalho em crises.
7 passos simples para evitar a invasão e perda de documentos e arquivos confidenciais
Resumo Executivo: A segurança de dados é uma condição indispensável para qualquer organização que depende de informação para operar, atender clientes e sustentar receita. O que antes se resolvia com controle físico hoje exige controles digitais contínuos: atualização de softwares, gestão de acessos, políticas claras, backup consistente, e-mail corporativo protegido, criptografia e Wi‑Fi seguro. Este conteúdo apresenta, em sequência lógica, passos práticos para reduzir riscos de invasões e perdas, alinhando tecnologia (como firewall e VPN) a processos e governança para proteger a operação. Pontos-chave Segurança de dados: informação é ativo crítico e precisa de controles contínuos, não pontuais. Atualizações: gestão ativa de patches reduz exploração de falhas conhecidas. Acesso e políticas: regras, perfis e grupos evitam exposição indevida e aumentam governança. Backup e e-mail: recuperação e proteção do principal canal de ataque elevam resiliência. Criptografia e Wi‑Fi: protegem comunicação e acessos, especialmente fora do perímetro físico. Segurança de dados: da era do papel ao ambiente digital Há algum tempo, a maioria das informações era produzida com lápis e papel. Para manter esse acervo “seguro”, bastava um armário trancado e um controle simples de chaves. Hoje, com a transformação digital, as organizações operam com dados em sistemas, e-mails, nuvem e redes internas. Por isso, a segurança de dados passou a depender de tecnologia, processo e disciplina operacional. A mudança é estrutural: o risco não está apenas em “perder documentos”, mas em parar a operação. Quando dados se tornam o motor do negócio, proteger informação vira prioridade executiva. Invasões, perda de documentos e arquivos confidenciais: um problema que não pode acontecer em sua empresa Basta olhar em volta para perceber que a informação está em toda situação do cotidiano. Ela está presente no ambiente pessoal e também no profissional, em cada decisão e registro. No contexto corporativo, o cuidado precisa ser maior, porque a informação representa um bem central das organizações. Em termos práticos, a segurança de dados protege receita, reputação e a continuidade do serviço.
Sua empresa vai fechar as portas e a culpa é de TI – Parte 1
Resumo Executivo: A continuidade de negócios não é um “plano bonito no papel”; é a diferença entre atravessar um incidente com controle ou entrar em um ciclo caro de paralisações, perdas de faturamento e desgaste com clientes. Quando a empresa depende de sistemas, pessoas, parceiros e processos para operar, a TI precisa traduzir “funções vitais” em prioridades técnicas: o que não pode parar, o que pode degradar e o que pode recuperar depois. Este conteúdo organiza, em linguagem consultiva B2B, os pilares que sustentam continuidade de negócios nos serviços de TI: criticidade das informações com catálogo de serviços orientado ao negócio e documentação de ambiente como disciplina decisiva para reduzir tempo de recuperação. Pontos-chave Funções vitais: continuidade de negócios começa definindo o que mantém a empresa viva. TI alinhada ao negócio: catálogo de serviços orienta investimento, SLA e prioridades de recuperação. DR e contingência: decisões de RTO/RPO evitam “proteger tudo igual” e gastar sem foco. Documentação: sem inventário, topologia e procedimentos, o tempo de recuperação explode. Armazenamento seguro: documentação precisa estar disponível fora do site principal, preferencialmente em nuvem. Continuidade de negócios: por que um plano bem estruturado é vital O tema continuidade de negócios não é brincadeira. Empresas realmente vão à falência ou enfrentam períodos longos e pesados por ausência de um plano bem estruturado. Quando um evento relevante acontece, a pergunta muda de “qual foi a causa?” para “quanto tempo ficamos parados?”. E, em B2B, tempo parado significa pedidos não emitidos, atendimento degradado e confiança em queda. A continuidade de negócios existe para identificar e estabelecer estratégias de recuperação das funções vitais do negócio. Na prática, isso significa manter em operação as atividades essenciais e críticas à sobrevivência da empresa.
Disaster Recovery na época do Cloud Computing
Resumo Executivo: Disaster Recovery em nuvem é o caminho mais pragmático para empresas que dependem de sistemas e dados para operar e não podem “torcer para nada acontecer”. Desastres naturais, falhas, fraudes e ataques como ransomware podem interromper processos críticos e gerar perdas financeiras e reputacionais. Este conteúdo explica, em tom consultivo B2B, o que é Disaster Recovery, por que o plano de contingência precisa fazer parte da cultura de gestão e como backup e recuperação em nuvem reduzem custo e tempo de retomada, com foco em disponibilidade e previsibilidade. Pontos-chave Risco é real: desastres, falhas e ataques podem paralisar operações por horas ou dias. Disaster Recovery em nuvem: acelera recuperação e reduz investimento pesado em infraestrutura de contingência. Plano e pessoas: DR depende de procedimentos e responsabilidades definidos, não apenas tecnologia. Tempo é dinheiro: o custo do downtime tende a superar o custo de prevenção e recuperação. Backup certo: backup e recuperação em nuvem aumentam disponibilidade e previsibilidade no retorno. Disaster Recovery em nuvem e a realidade dos desastres O tema continuidade de negócios não é brincadeira. Empresas realmente vão à falência ou enfrentam longos e pesados períodos pela ausência de um plano bem estruturado. Infelizmente, desastres acontecem. Você se lembra quando o furacão Katrina atingiu a Costa do Golfo dos EUA em 2005? A destruição da infraestrutura de comunicação de uma região inteira provocou prejuízo de US$ 200 bilhões e matou 1.800 pessoas. O ponto aqui não é o evento em si, e sim a lição: quando a infraestrutura cai, o efeito em cadeia é imediato. No Brasil, recentemente tivemos o incêndio no terminal portuário em Santos e o rompimento da barragem de Mariana. Também enfrentamos tempestades, alagamentos, falta de energia e bloqueio de ruas e avenidas. Mas o que fazer caso um desastre natural atinja sua empresa? O setor corporativo, que depende de sistemas para realizar suas atividades, viu a necessidade de se investir em backups.
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