Cresce no Brasil o crime de sequestro de dados, cuidado com o Ransomware
É bem possível que ontem, ou hoje, você tenha encerrado seu dia de trabalho na empresa sem maiores problemas, finalizado seu dia e iniciando seu final de semana de descanso, até a segunda-feira. Mas imagine que retornado na segunda-feira ao escritório, descobre que todo banco de dados da empresa esteja indisponível. Todos os sistemas pararam de funcionar, ninguém da organização consegue trabalhar – todos os equipamentos estão com uma mensagem estranha na tela, informando que você de pagar US$ 3 mil. Pois é, você foi vítima de um sequestro de dados, mais conhecido no meio de segurança digital como Ransomware. Esse relatado foi real, aconteceu com um empresário do segmento automotivo. “Nosso servidor ficava em uma das filiais, com documentos, nota fiscais, controle de estoque e tudo mais. Todos os acessos foram bloqueados. Montamos uma equipe de especialistas em segurança da informação, mas infelizmente o pior já havia ocorrido”, conta o empresário. Nesse caso é importante realizar um laudo técnico que comprove a invasão do sistema da empresa e entrar com uma queixa na Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos da Polícia Civil. Em caso de fiscalização da fazenda, isso pode ajudá-lo, porém implantar medidas de segurança da informação e adequação a LGPD é a melhor forma de garantir a segurança dos dados. Embora os casos de sequestro de dados pelos cibercriminosos esteja aumentando, o registro das ocorrências é baixo. Muitas vezes, o empresário tem medo de que seja divulgado informações sobre o que ocorreu com sua empresa, assim prejudicando mais a imagem da empresa. Não denunciar é um erro, e pode fazer com que a prevenção a novos casos seja prejudicada. No caso de ciberataque a empresas, é mais fácil a quebra de sigilo junto à Justiça, já que houve dano material. Segundo uma pesquisa sobre a segurança da informação nas empresas realizada pela Kaspersky Lab, apenas 34% das empresas brasileiras reconhece a séria ameaça que o ransomware representa. Qualquer empresa pode ser vítima, como hospitais, instituições financeiras, governo, pequenas e médias empresas. A principal motivação dos hackers é o dinheiro, seja golpes de bloqueio, que apenas travam os dispositivos, mas não criptografam as informações, até os sequestros criptografados que são muito mais lucrativos para os cibercriminosos. O que é Ransomware? Essa técnica não é nova, mas ganhou as páginas dos jornais nos últimos anos, com grandes empresas sendo vítimas. Tecnicamente é um conceito antigo, mas atualmente é usado em larga escala. Para o cibercriminoso é algo fácil de se usar e que atinge muitas vítimas. Com a popularização do ransomware, até jovens de seu quarto podem comprar o sistema de disparados e enviar para diversas pessoas e empresas. A principal forma de abordagem é a engenharia social, ou seja, os cibercriminosos enviam e-mails com anexos que aparentemente são assuntos de trabalho (tais como folha de pagamento, nota fiscal ou boleto) mas que são malwares disfarçados. As principais vítimas são pessoas que não conhecem tanto de tecnologia e, ao mesmo tempo, possuem dispositivos vulneráveis, com segurança desabilitada, inexistente ou desatualizada. O vírus então invade o sistema, captura os dados e impõe sobre ele uma criptografia, cuja chave só os cibercriminosos têm. Sobre o relato do início do artigo, os dados da empresa foram criptografados de tal forma que nem as ferramentas mais atuais de quebra de códigos puderam acessá-los. O empresário decidiu não realizar o pagamento do resgate no valor de US$ 3 mil. Ele entende que esse dinheiro seria usado para financiar outros golpes ou crimes. Outro ponto importante é que o pagamento do resgate que geralmente é feito em bitcoin, não é garantia que seus dados serão recuperados de forma instantânea ou se demorará dias para sua empresa retornar ao trabalho. Há relatos em que o empresário paga o resgate e o hacker para de responder as mensagens, ou quando o hacker manda a chave para descriptografar os dados, levasse semanas para recuperar os dados e sistemas. Então, a melhor forma de se manter seguro contra o ransomware e hacker é manter seu ambiente de TI atualizado. – Como estão suas configurações de segurança de TI? – Seu Firewall, anti-spam e antivírus estão atualizado? Fale com um especialista agora, e tenha a melhor solução de TI para sua empresa. Acompanhe a Tripletech nas redes sociais: facebook twitter linkedin instagram
Saiba quais são as pragas virtuais e veja dicas para se proteger
Está pensando em medidas drásticas para garantir a segurança do seu computador? Antes de tudo, é importante conhecer os riscos que existem na internet. São tantos termos
Qual é o melhor antivírus pago em 2019?
Proteção. Essa é a palavra que define o sentimento de quem busca um Antivírus no mercado. E diante de tanta oferta e exposição fica difícil saber por qual antivírus optar. Normalmente a primeira dúvida que temos é se realmente vale a pena pagar por um Antivírus. Se realmente ele irá proteger o nosso computador contra todas as pragas digitais que se avolumam, como vírus, malwares, spywares, ransomwares entre outros. É justamente para tirar essa dúvida que analisamos os últimos testes completos e tradicionais da consagrada especialista de segurança digital AV-Comparatives. Essa organização mundial independente é consagrada no mundo todo e faz esse teste há vários anos realizando comparativos entre os mais renomados antivírus pagos do mercado. Embora o surgimento de dispositivos capazes de usar a internet tenha realmente mudado a vida do usuário, eles deram aos especialistas em segurança digital uma grande dor de cabeça. E mesmo que já tenhamos passado quase 20 anos da virada do século, ainda estamos bem longe de derrotar os criminosos cibernéticos que jogam vírus, malwares, phishing, spywares por toda a internet, bem como roubam os nossos dados. Um dos casos mais recentes de invasão que chamou a atenção nacional foi relacionado ao Ministro da Justiça, o Juiz Sérgio Moro, que teve as suas conversas em telegram invadidas por Hackers e divulgadas nacionalmente. Como são realizados esses testes? Os testes são realizados entre os 10 antivírus pagos mais renomados do mercado. Afinal, os antivírus gratuitos não são capazes de cumprir a mesma função dando a segurança esperada para o usuário. Note que mesmo as empresas que fazem versões gratuitas dos antivírus também possuem versões pagas. E nessas versões, digamos, mais robustas é oferecido camadas de segurança extra, além é claro de diversos outros recursos adicionais. Desse modo, podemos então dizer que um antivírus pago realmente melhor que um antivírus gratuito. Nesse sentido, se você quer realmente proteger o seu computador é importante optar por uma versão paga. Entretanto, no momento da escolha vem sempre a dúvida sobre qual antivírus escolher. E neste ano houve algumas alterações no ranking medido pela AV-Comparatives. Para realizar essa análise foram realizados testes foram avaliados as seguintes marcas: Avira Avast AVG Bitdefender ESET F-Secure K7 Total Security Kaspersky McAfee Panda Norton (Symantec) Tencent Total Defense Trend Micro VIPRE Para serem realizados os testes a AV-Comparatives avaliou 5 categorias diferentes onde realizou os testes em todos os Antivírus que acima citamos. São elas: Proteção em tempo real Performance Teste de detecção de falsos-positivos Detecção Proteção contra malware Dentro de cada uma dessas categorias foram consideradas 4 faixas de pontos para classificar os Antivírus, sendo elas: Faixa 1 – 10 pontos Faixa 2 – 8 pontos Faixa 3 – 6 pontos Faixa 4 – 2 pontos Vamos agora aos resultados em cada uma das categorias analisadas pela empresa, classificando os antivírus em cada uma delas. Proteção em tempo real Esse é um dos mais importantes testes que deve ser levado em consideração antes de optar pela compra de um Antivírus. É este teste que mostra qual antivírus tem mais capacidade de proteger e evitar que seu computador seja infectado. Desse modo, o antivírus monitora o acesso à máquina em tempo real, monitorando arquivos, downloads, e-mails, entre outros. Para se chegar ao resultado foram feitos mais de 230 testes, sendo que todos são baseados em internautas comuns. Nesse teste o melhor antivírus foi o Kaspersky que detectou todas as ameaças, ou seja, 100%, sem nenhuma incidência de falsos-positivos. Os antivírus F-Secure e Trend-Micro também apresentaram 100% de eficiência, contudo apresentaram 5 e 13 falsos-positivos respectivamente. Os outros antivírus em algum momento permitiram o comprometimento do sistema, sendo que o McAfee obteve destaque negativo neste quesito. O Bitdefender apresentou 99,7% de eficiência não apresentando nenhum falso-positivo. O Avira também apresentou um bom desempenho com 99,7% de eficiência, contudo apresentou 13 falsos-positivos. ESET, K7, Panda e Total Defense apresentaram desempenho abaixo dos 99%. Performance Esse também é um excelente teste para você que está buscando por um antivírus. Pois, ele mede o impacto que o software causa no seu computador, deixando-o mais lento, e consequentemente atrapalhando o seu trabalho. Para se realizar este teste foram avaliados os seguintes computadores: Lenovo E560 com uma CPU Intel Core i5-6200U, 8 GB de RAM e SSD, com Windows 10 RS3 de 64 bits limpo. Para que se fosse permitido impactos reais dos serviços e recursos em nuvens, os testes foram realizados através de uma conexão ativa com a internet. Sendo avaliados, desse modo, a cópia de arquivo, compactação e descompactação, instalação e desinstalação de aplicativos, abertura de aplicativos, download de arquivos e sites de navegação. Neste gráfico, quanto maior for as barras mais rápido é o antivírus para ser utilizado no seu computador. Ou seja, menos ele irá afetar o desempenho do seu micro ou notebook. De acordo com a AV-Comparatives, acima de 15 pontos é considerado ótimo, de 10 a 15 pontos bom, e de 5 a 10 pontos regular. Neste teste houve destaque para as marcas F-Secure, Trend Micro e Avira que atingiram pontuações acima dos 10 pontos. Na sequência, com 8 pontos vieram Kaspersky e Bitdefender. Com seis pontos ficaram Panda, Norton, AVG, Avast e Total Defense. Os destaques negativos foram para Tecen, McAfee, VIPRE, K7 e ESET que sequer conseguiram atingir os 5 pontos, ficando com 2 pontos cada. O resultado nesse quesito mostrou como os antivírus ainda precisam serem aprimorados para garantir um maior desempenho dos usuários no momento em que usam o computador para lazer ou trabalho. Sendo que a maioria deles mostrou que deixa o PC mais lento. Se sua empresa possui até 50 dispositivos, você pode adquirir o antivírus Kaspersky direto do site Detecção de Falsos Positivos Esse é um teste que avalia basicamente dois pontos: Domínios que foram bloqueados incorretamente durante a navegação e arquivos que foram bloqueados incorretamente durante um processo de download ou instalação. A importância de se testar em dois cenários se dá pelo fato de penalizar alguns produtos que se concentram especialmente em um
7 passos simples para evitar a invasão e perda de documentos e arquivos confidenciais
Resumo Executivo: A segurança de dados é uma condição indispensável para qualquer organização que depende de informação para operar, atender clientes e sustentar receita. O que antes se resolvia com controle físico hoje exige controles digitais contínuos: atualização de softwares, gestão de acessos, políticas claras, backup consistente, e-mail corporativo protegido, criptografia e Wi‑Fi seguro. Este conteúdo apresenta, em sequência lógica, passos práticos para reduzir riscos de invasões e perdas, alinhando tecnologia (como firewall e VPN) a processos e governança para proteger a operação. Pontos-chave Segurança de dados: informação é ativo crítico e precisa de controles contínuos, não pontuais. Atualizações: gestão ativa de patches reduz exploração de falhas conhecidas. Acesso e políticas: regras, perfis e grupos evitam exposição indevida e aumentam governança. Backup e e-mail: recuperação e proteção do principal canal de ataque elevam resiliência. Criptografia e Wi‑Fi: protegem comunicação e acessos, especialmente fora do perímetro físico. Segurança de dados: da era do papel ao ambiente digital Há algum tempo, a maioria das informações era produzida com lápis e papel. Para manter esse acervo “seguro”, bastava um armário trancado e um controle simples de chaves. Hoje, com a transformação digital, as organizações operam com dados em sistemas, e-mails, nuvem e redes internas. Por isso, a segurança de dados passou a depender de tecnologia, processo e disciplina operacional. A mudança é estrutural: o risco não está apenas em “perder documentos”, mas em parar a operação. Quando dados se tornam o motor do negócio, proteger informação vira prioridade executiva. Invasões, perda de documentos e arquivos confidenciais: um problema que não pode acontecer em sua empresa Basta olhar em volta para perceber que a informação está em toda situação do cotidiano. Ela está presente no ambiente pessoal e também no profissional, em cada decisão e registro. No contexto corporativo, o cuidado precisa ser maior, porque a informação representa um bem central das organizações. Em termos práticos, a segurança de dados protege receita, reputação e a continuidade do serviço.
Kaspersky fecha contrato com as Forças Armadas brasileiras
Resumo Executivo: A segurança da informação corporativa deixou de ser uma preocupação exclusiva de grandes governos e passou a ser um elemento crítico para empresas de todos os portes. Contratos de larga escala, como o fechado para proteção das Forças Armadas brasileiras, mostram que a escolha de soluções líderes envolve critérios rigorosos de confiabilidade, monitoramento contínuo e resposta a incidentes. Este conteúdo analisa o significado estratégico desse cenário e como práticas similares podem ser aplicadas ao ambiente corporativo. Pontos-chave Escala comprovada: soluções aplicadas em ambientes com milhares de endpoints. Proteção contínua: monitoramento, prevenção e resposta a incidentes. Padronização: uma única solução para múltiplas unidades. Governança: critérios rigorosos na escolha de fornecedores. Aplicação corporativa: práticas governamentais adaptáveis ao setor privado. Segurança da informação corporativa em ambientes críticos A segurança da informação corporativa ganha destaque quando aplicada a ambientes críticos. Organizações com alta responsabilidade precisam de soluções com confiabilidade comprovada. O anúncio do fornecimento de soluções de segurança para as Forças Armadas brasileiras reforça esse cenário. Trata-se de um ambiente de altíssima complexidade e exigência. Contratos desse tipo mostram que decisões de segurança vão além do preço. Avaliam capacidade técnica, histórico e suporte em larga escala. Implementação em larga escala e continuidade operacional A implementação das soluções envolveu dezenas de milhares de máquinas. Esse volume exige gestão centralizada e operação consistente. Na segurança da informação corporativa, escala significa mais superfícies de risco. Quanto maior o ambiente, maior a necessidade de padronização. Soluções corporativas precisam garantir estabilidade sem impactar produtividade. Esse equilíbrio é essencial tanto no setor público quanto privado. Monitoramento, prevenção e resposta a incidentes Um dos pilares da segurança da informação corporativa é a atuação contínua. Não basta apenas instalar ferramentas de proteção. Monitorar ameaças, prevenir ataques e responder rapidamente a incidentes são etapas complementares. Elas reduzem impacto operacional e financeiro. Esse modelo de atuação reforça a maturidade do ambiente de segurança. Empresas que adotam essa postura reduzem riscos de paradas críticas. Padronização como estratégia de segurança da informação corporativa Pela primeira vez, uma única solução atendeu todas as unidades das Forças Armadas. Isso demonstra o valor da padronização em segurança. Na segurança da informação corporativa, padronizar reduz brechas e inconsistências. Cada exceção é um potencial ponto de falha. Para empresas com múltiplas filiais, esse conceito é ainda mais relevante. Ele simplifica gestão, auditoria e suporte técnico. Critérios rigorosos na escolha de fornecedores Ambientes governamentais seguem critérios extremamente rigorosos na contratação de soluções. A segurança da informação corporativa exige confiança no fornecedor. Experiência prévia, histórico de mercado e capacidade de inovação pesam na decisão. Não se trata apenas de tecnologia, mas de relacionamento de longo prazo. Esse mesmo raciocínio deve ser aplicado por empresas privadas. Escolher parceiros estratégicos reduz riscos no médio e longo prazo. Redes complexas e necessidade de proteção em tempo real Redes corporativas modernas são distribuídas e altamente integradas. Isso eleva o nível de complexidade da segurança. A segurança da informação corporativa precisa lidar com múltiplos pontos de acesso. Usuários, dispositivos e sistemas operam simultaneamente. A proteção em tempo real torna-se indispensável para conter ameaças avançadas. Ataques modernos exploram janelas mínimas de vulnerabilidade. Elementos-chave da segurança corporativa Antivírus corporativo: Proteção contínua de endpoints contra ameaças conhecidas e desconhecidas. Monitoramento centralizado: Visibilidade em tempo real do ambiente de TI. Resposta a incidentes: Ações rápidas para conter e mitigar impactos. Relações geopolíticas e confiança em segurança da informação O debate internacional sobre fornecedores de segurança reforça a importância da confiança. A segurança da informação corporativa também sofre impactos externos. Questões políticas e regulatórias podem influenciar decisões de contratação. Por isso, análise de risco deve ser contínua. Empresas precisam acompanhar esse cenário para proteger seus próprios interesses. Governança e compliance ganham ainda mais relevância. O que empresas podem aprender com grandes contratos governamentais Contratos de larga escala trazem lições importantes para o setor privado. A segurança da informação corporativa deve ser encarada como investimento estratégico. Processos estruturados, treinamentos e auditorias fazem parte do pacote. Não se trata apenas de software instalado. Empresas que adotam essas práticas elevam significativamente seu nível de maturidade. Isso reduz riscos e fortalece a continuidade do negócio. Soluções de segurança para o mercado corporativo As mesmas abordagens aplicadas em ambientes governamentais podem ser adaptadas. Cada empresa deve considerar seu porte e perfil de risco. Uma avaliação consultiva ajuda a definir prioridades e investimentos. A segurança da informação corporativa precisa ser proporcional ao negócio. Conheça soluções e serviços especializados em https://tripletech.com.br/servicos/. O alinhamento entre TI e estratégia é fundamental. O papel da Tripletech na segurança da informação corporativa A Tripletech atua apoiando empresas na implementação de ambientes seguros. O foco está em reduzir riscos sem comprometer produtividade. A consultoria avalia infraestrutura, usuários e processos de forma integrada. Isso garante uma visão completa do cenário de segurança. Além disso, a Tripletech auxilia na escolha de soluções alinhadas ao mercado. O objetivo é criar segurança sustentável no longo prazo. Perguntas Frequentes Segurança da informação corporativa é só para grandes empresas? Não. Empresas de todos os portes enfrentam riscos digitais semelhantes. Antivírus corporativo é suficiente para proteger a empresa? Não. Ele deve fazer parte de uma estratégia mais ampla de segurança. Como iniciar uma estratégia de segurança da informação? O primeiro passo é uma avaliação do ambiente e dos riscos envolvidos. Sua operação não pode parar. Proteja seu negócio hoje. A segurança da informação corporativa é decisiva para manter continuidade, reputação e competitividade. Fale com um especialista da Tripletech e descubra como aplicar práticas de alto nível no ambiente da sua empresa. Fale com um Especialista no WhatsApp
O que é Ransomware? Você pode ter seus dados sequestrados!
Resumo Executivo: Ransomware é um “sequestro” de informações digitais que bloqueia o acesso a arquivos por meio de criptografia e exige pagamento para liberação. Em ambientes corporativos, o risco vai além do resgate: há paralisação, perda de produtividade, danos a equipamentos e possibilidade de uso indevido de dados. Como o ransomware costuma entrar por cliques em links/arquivos suspeitos ou pela abertura de e-mails maliciosos, a estratégia B2B mais eficaz é prevenção em camadas (antivírus, antispam e UTM) somada à conscientização contínua do usuário. Pontos-chave Ransomware: criptografa e bloqueia dados para extorquir a vítima, gerando prejuízos financeiros e operacionais. Vetores comuns: e-mail malicioso e cliques em arquivos/links suspeitos continuam entre os gatilhos mais frequentes. Resgate em Bitcoin: é usado para dificultar rastreio, mas pagar não garante recuperação e pode incentivar novas extorsões. Impacto corporativo: sem acesso a informações, a empresa perde continuidade e pode ter equipamentos inutilizados. Prevenção: antivírus atualizado, antispam, UTM e educação do usuário reduzem risco de ransomware sem travar o trabalho. Ransomware e o “sequestro” de informações digitais O sequestro de pessoas é um crime que sempre assustou a humanidade. Porém, nos últimos dois anos, um novo tipo de sequestro, que não se caracteriza pela violência física mas que gera grandes prejuízos financeiros a pessoas e empresas, vem se tornando cada vez mais comum. É o sequestro de informações digitais, também conhecidos como ataques de “Ransomware”. Em uma empresa, o ransomware não afeta apenas a TI: ele atinge processos, prazos e receitas. Quando equipes não acessam documentos e sistemas de apoio, as entregas param e o cliente sente. Por isso, ransomware é um tema de continuidade operacional e gestão de risco. Vale observar que o ransomware se aproveita do “tempo real” do negócio. Quanto mais a organização depende de dados para operar, maior a pressão para “resolver rápido”. É nesse cenário que prevenção e preparo evitam decisões caras em momentos críticos. Segundo o FBI, ataques deste tipo já resultaram, até 2015, em mais de US$ 70 milhões em resgates pagos em todo mundo, mas estima-se que este valor esteja crescendo consideravelmente. Para a liderança, esse dado reforça uma lógica simples: ransomware é um modelo de extorsão que se alimenta de pagamentos. O risco não é só “um incidente isolado”, mas um padrão recorrente. Quanto mais retorno financeiro existe, maior a probabilidade de novas tentativas. Também é importante separar resgate de custo total. Em ransomware, há perdas por indisponibilidade, horas improdutivas, recuperação técnica e, em alguns casos, prejuízos materiais. Em empresas com alta dependência digital, o custo indireto costuma superar o valor do resgate. Neste tipo de ataque, os equipamentos das vítimas
FortiGate 300D não deixa sua empresa travar
Resumo Executivo: O appliance Fortinet FortiGate (como o FortiGate 300D) centraliza antivírus, filtragem de conteúdo e prevenção de intrusões em uma única plataforma, reduzindo gargalos típicos de ambientes com muitas regras e políticas. O diferencial técnico está na aceleração por chips dedicados (processadores de rede e de conteúdo), que offloadam tarefas do CPU e mantêm desempenho mesmo com inspeção e segurança ativas. Em termos de evolução, o FortiGate 300D é classificado como Next-Generation Firewall (NGFW), combinando firewall com inspeção avançada e controles além de portas/protocolos. Pontos-chave FortiGate 300D: entrega capacidades de NGFW e aceleração de hardware com SPU (ex.: NP6 e CP8) para manter baixa latência e alto throughput. NP (Network Processor): acelera funções “em linha” como encaminhamento de pacotes e aceleração de VPN/fluxo, reduzindo carga do CPU. CP (Content Processor): acelera inspeção de conteúdo e criptografia/descrição, sustentando inspeção profunda sem “empacar” a rede. NGFW: vai além do firewall tradicional ao incluir consciência de aplicações, IPS e inspeção profunda (DPI). Appliance Fortinet: antivírus e filtro centralizados sem empacar o departamento Appliance Fortinet tem antivírus e filtro centralizados, mas não empaca o departamento Passar por um monte de regras de firewall dentro de uma empresa média ou grande não é uma tarefa instantânea — mesmo para usuários autorizados, especialmente em companhias com muitas políticas de segurança. Um dos pontos fortes do FortiGate 300D está na arquitetura com processadores dedicados que ajudam a “desafogar” a rede em momentos críticos: um voltado ao gerenciamento/encaminhamento de tráfego e outro à análise/inspeção de conteúdo. Na prática, essa abordagem de aceleração por hardware significa que parte do processamento de pacotes e inspeção de segurança pode ser “offloadada” do CPU principal, melhorando desempenho sob carga. O próprio ecossistema Fortinet descreve a ideia de aceleração como interceptar e processar pacotes o mais cedo possível com processadores dedicados (NP/CP), evitando que tudo dependa do CPU. UTM/NGFW: o que esse appliance reúne em um único equipamento O FortiGate 300D é frequentemente posicionado como um dispositivo de segurança multifuncional (modelo “consolidado”), reunindo recursos como antivírus, filtro de conteúdo, detecção/prevenção de intrusões e outras funções avançadas. No datasheet, ele aparece explicitamente como Next Generation Firewall e destaca capacidades como proteção contra malware/exploits, identificação de aplicações e inspeção com alta performance (incluindo tráfego criptografado). ional: além de controlar tráfego, adiciona consciência de aplicações, mecanismos como IPS e inspeção profunda para identificar e bloquear ameaças avançadas. Por que “chips dedicados” importam (e onde eles atuam) No caso do FortiGate 300D, o datasheet cita aceleração com SPU (Security Processing Unit), incluindo NP6 (Network Processor) e CP8 (Content Processor). Em termos de função: NP opera em tarefas de rede “em linha”, acelerando encaminhamento/transmissão e funções associadas (como acelerações e offloads) enquanto o CP atua na inspeção de conteúdo e serviços criptográficos/inspeção, ajudando a manter inspeções e proteções sem virar gargalo. Comparação rápida: UTM consolidado vs NGFW (e o que muda no dia a dia) Ponto de comparação Modelo “consolidado/UTM” Modelo NGFW Objetivo Unificar funções de segurança em um appliance Aumentar visibilidade/controle e bloquear ameaças avançadas (app-aware, IPS, DPI) Controle por aplicação Pode existir, mas varia por plataforma/geração Característica central (consciência de aplicações e políticas granulares) Prevenção de intrusão Presente em muitos UTMs Integrada ao modelo NGFW como pilar de proteção (IPS + inspeção) Performance sob inspeção Pode degradar se depender muito de CPU Mitigada por aceleração/SPU em appliances como o 300D (NP/CP) Gerenciamento unificado: o que facilita para o time de TI Um destaque desse tipo de appliance é o gerenciamento centralizado, com opções pré-definidas e interface amigável, o que faz diferença em ambientes com alto volume de regras e exceções. Em cenários corporativos, ganhar consistência de políticas e visibilidade operacional tende a reduzir retrabalho e acelera mudanças com menor risco. Além disso, em appliances Fortinet é comum integrar gerenciamento de usuários com diretórios corporativos (ex.: Active Directory) para criar regras por grupo e aplicar políticas por perfil de acesso — uma base importante para controles mais granulares (e mais alinhados ao negócio). Outro ponto frequentemente valorizado é a visão de topologia e painéis de consumo (CPU, memória, uso por categoria de tráfego), que ajudam o administrador a identificar gargalos e padrões de uso. O datasheet do FortiGate 300D menciona recursos de visibilidade e console “single pane of glass” (visão 360º), apoiando identificação mais rápida de problemas e postura de segurança. Quer ir além do equipamento? Gestão contínua faz o firewall “continuar bom” Mesmo com um appliance robusto, o resultado real vem quando há gestão contínua: revisão de regras, ajustes, monitoramento e resposta a incidentes. A Tripletech atua com implantação, configuração e gerenciamento de firewalls Fortinet, mantendo políticas atualizadas e monitoramento recorrente para reduzir exposição e sustentar desempenho. Conheça as soluções de Firewall Fortinet com gestão contínua. Se você quer discutir seu cenário (filiais, performance, VPN, segmentação e governança de regras) com especialistas: fale com a Tripletech. Para uma definição de referência sobre NGFW (fonte de autoridade, dofollow): Fortinet CyberGlossary: Next-Generation Firewall (NGFW). Gibi de Entidades e Termos (Fortinet / FortiGate) NGFW: Firewall de próxima geração que adiciona consciência de aplicações, IPS e inspeção profunda (DPI) para bloquear ameaças avançadas. SPU (Security Processing Unit): Arquitetura de processamento dedicado em appliances Fortinet; no FortiGate 300D, o datasheet menciona aceleração com NP6 e CP8. NP (Network Processor): Processador de rede que intercepta/encaminha pacotes em estágios iniciais e acelera funções de rede, reduzindo dependência do CPU. CP (Content Processor): Processador de conteúdo que acelera inspeção e serviços criptográficos/inspeção de conteúdo, ajudando a sustentar segurança em alta velocidade. IPS: Prevenção de intrusão integrada ao modelo NGFW para identificar e bloquear ataques além de portas e protocolos. Sua operação não pode parar. Proteja seu negócio hoje. Com o Fortinet Security Fabric e a expertise da Tripletech, sua empresa ganha proteção avançada, desempenho consistente e gestão simplificada. Fale com um especialista e fortaleça sua infraestrutura agora. Fale com um Especialista no WhatsApp
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