Resumo Executivo: A modernização de datacenter da Cummins Brasil em Guarulhos (SP) foi planejada para elevar segurança, disponibilidade e capacidade de expansão, com foco em práticas de infraestrutura (climatização, combate a incêndio, controle de acesso, monitoramento e organização física) e execução com impacto mínimo em uma operação que não pode parar. Projetos desse tipo são inerentemente complexos porque o novo ambiente nunca é “idêntico” ao antigo, e pequenas variações podem afetar rede, energia e continuidade — por isso, metodologia por fases, inventário e validação são determinantes para reduzir risco e garantir previsibilidade.
Pontos-chave
- Modernização de datacenter: envolve infraestrutura física + telecom + estratégia de manobra para manter serviços críticos ativos.
- Execução por fases: dividir o projeto reduz risco, controla janelas e permite validações progressivas antes do “cutover” final.
- Redundância e resiliência: topologias com caminhos e componentes redundantes elevam disponibilidade e previsibilidade operacional.
- Padrões e melhores práticas: normas como a TIA‑942 cobrem arquitetura, energia, climatização, proteção contra incêndio, segurança física e monitoramento — referência útil para orientar projetos.
Case: Modernização do Datacenter da Cummins Brasil (Guarulhos) com apoio da Tripletech
A Cummins Brasil, fabricante de motores para veículos de diversos portes, concluiu um projeto de modernização do datacenter em sua planta de Guarulhos (SP) com apoio da Tripletech IT Soluções em TI, especializada em soluções de TI, gestão e movimentação de datacenter.
Contexto: por que modernizar um datacenter em um mercado competitivo
Em um cenário globalizado, manter uma infraestrutura eficiente e competitiva passa por garantir disponibilidade, segurança e capacidade de crescimento. A Cummins direcionou esforços para a construção de um novo datacenter dentro da planta, adotando práticas de segurança e infraestrutura física como piso elevado, climatização, combate a incêndio, controle de acesso e monitoramento.
Essas frentes estão alinhadas ao que padrões de infraestrutura de data center consideram como escopo típico de requisitos — incluindo arquitetura, energia, mecânica, segurança física, proteção contra incêndio, monitoramento e redundância.
O desafio: construir o novo datacenter usando parte do espaço atual (com impacto mínimo)
O grande desafio foi utilizar parte da área do datacenter atual para construir o novo espaço e, ao mesmo tempo, consolidar a Sala de Telecomunicações no novo ambiente — com o mínimo impacto possível nas operações, já que o funcionamento ininterrupto era crítico.
Em projetos de relocação/modernização, a complexidade cresce porque nenhum site é idêntico ao outro (layout, caminhos, racks, cabos, padrões de energia e rede). Isso aumenta o risco de dependências não mapeadas e torna a abordagem com planejamento e validação ainda mais importante.
Estratégia: projeto dividido em três fases (com manobra controlada)
1ª Fase — Preparação da área para construção
A primeira etapa focou em liberar a área necessária para a obra do novo datacenter, com reorganização de servidores e racks em uma única fileira, viabilizando a construção de uma parede para separar o ambiente de produção das novas instalações.
2ª Fase — Movimentação de servidores para o novo datacenter
Na segunda etapa, os servidores foram movimentados para o novo espaço. A fase incluiu reorganização dos equipamentos deslocados anteriormente e adaptação dos demais, totalizando cerca de 50 equipamentos entre servidores, storages e componentes correlatos.
3ª Fase — Movimentação da infraestrutura de telecomunicações
A terceira fase concentrou o mapeamento detalhado de switches e links de operadoras e a movimentação de mais 20 equipamentos de rede (switches, modems e roteadores), incluindo adição de switches de borda em departamentos.
Para que as fases fossem executadas com segurança, foi necessário implementar uma infraestrutura flexível de manobra (planejamento de sequência, logística, energização, testes e validação), reduzindo risco e controlando janelas de impacto — abordagem coerente com boas práticas de migração/relocação, onde checklist e preparação evitam falhas por diferenças entre ambientes.
| Fase | Foco | O que reduz risco | Resultado esperado |
|---|---|---|---|
| 1) Preparação | Reorganizar e isolar obra vs. produção | Separação física e controle de intervenção | Obra viável com operação preservada |
| 2) Servidores | Mover e reacomodar o parque computacional | Sequência planejada, testes de retorno e rollback | Ambiente de TI funcional no novo site |
| 3) Telecom | Mapear e mover rede e operadoras | Documentação + validação de links e roteamento | Conectividade consolidada e escalável |
Infraestrutura do novo datacenter: melhores práticas aplicadas
O novo espaço foi concebido com foco em segurança e práticas consagradas de infraestrutura física (piso elevado, climatização, combate a incêndio, controle de acesso e monitoramento). Esses componentes são parte do conjunto de requisitos cobertos por padrões amplamente adotados para infraestrutura de data centers, como a ANSI/TIA‑942, que abrange arquitetura, mecânica, energia, segurança física, proteção contra incêndio, monitoramento e redundância.
Além disso, a expansão citada após a Fase 2 (implantação de switches core em redundância e adição de storage) conversa diretamente com o conceito de elevar disponibilidade por meio de componentes e caminhos redundantes, conforme práticas de classificação por topologia e resiliência usadas no mercado.
Resultados: transição bem-sucedida e base para expansão
Com a colaboração entre equipes internas e o conhecimento da Tripletech, o projeto foi concluído com sucesso, entregando um novo ambiente moderno com possibilidades de expansão. Logo após a Fase 2, houve evolução com reforço de core e capacidade de armazenamento, sustentando crescimento com mais previsibilidade.
O que este case ensina para gestores de TI
- Planejamento por fases reduz risco: separar preparação, compute e telecom minimiza pontos únicos de falha e permite validação incremental.
- Normas ajudam a “fechar o escopo”: padrões como TIA‑942 organizam requisitos de arquitetura, energia, climatização, segurança física, incêndio e monitoramento.
- Resiliência não é detalhe: redundância em caminhos e componentes suporta continuidade e manutenção com menor risco operacional.
- Relocação não é só “mover equipamento”: diferenças entre ambientes exigem documentação, testes e checklist rigoroso.
Fonte de autoridade (dofollow)
Para referência sobre requisitos e escopo de infraestrutura de data center (arquitetura, energia, climatização, incêndio, telecom, segurança física e monitoramento), consulte: ANSI/TIA‑942 Standard (TIA Online).
E, para uma visão prática sobre por que relocação/mudança de data center costuma ser mais complexa do que aparenta (e por que checklists importam), esta referência é útil: Data Center Relocation Checklist (DataCenterKnowledge).
Como a Tripletech apoia modernização e movimentação de datacenters
Projetos dessa magnitude exigem planejamento detalhado, execução especializada e validação rigorosa para manter disponibilidade. Se você busca uma parceira para modernizar e otimizar seu ambiente: conheça os serviços da Tripletech e fale com nosso time em contato.
Perguntas Frequentes
1) Por que dividir a modernização em fases ajuda tanto?
Porque permite validar etapas (obra, compute e telecom) separadamente, controlar janelas e reduzir o risco de interrupção ampla por dependências não mapeadas.
2) Quais itens físicos são “obrigatórios” em um datacenter moderno?
Em geral, segurança física, monitoramento, proteção contra incêndio, energia e climatização aparecem como pilares de infraestrutura em padrões de data center, ajudando a estruturar requisitos de projeto.
3) Redundância é sempre necessária?
Depende do nível de disponibilidade exigido, mas topologias com componentes e caminhos redundantes aumentam previsibilidade e reduzem indisponibilidade por falhas pontuais.
4) Qual é o maior risco em mudanças internas (no mesmo site)?
A falsa sensação de “é no mesmo lugar”: diferenças de layout, rota de cabos, novas dependências e ajustes de rede/energia podem gerar impacto se não houver documentação e checklist.
5) Como começar um projeto de modernização com a Tripletech?
O caminho típico começa por avaliação (escopo, criticidade e janelas), desenho de estratégia por fases e plano de execução com inventário/documentação e validações. Você pode iniciar pelo nosso canal de contato.
Sua operação não pode parar. Proteja seu negócio hoje.
Modernizar ou mover um datacenter exige método: inventário, documentação, manobra, testes e execução por fases — tudo com governança para reduzir riscos e manter disponibilidade. A Tripletech entrega planejamento e execução ponta a ponta, com especialistas e foco em impacto mínimo, para que sua infraestrutura evolua sem comprometer a operação.
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